Iphan, arqueólogos e patrimônio arqueológico brasileiro

um breve panorama

Autores

  • Alejandra Saladino

DOI:

https://doi.org/10.24885/sab.v26i2.381

Palavras-chave:

IPHAN, Arqueólogos, Patrimônio arqueológico

Resumo

A instituição do patrimônio cultural no Brasil, compreendida enquanto um conjunto de normas, práticas e organizações formais de preservação e proteção, constitui-se a partir de conexões estabelecidas entre distintos atores e organizações formais. Contigências, divergências, disputas, negociações, dissenso e consenso dão o tom dessas relações. Uma organização formal conforma-se em uma rede de relações onde distintos atores – intra e extra-organizacionais – interagem, estabelecendo seus lugares e consolidando representações e valores através de práticas específicas. O objetivo deste artigo é apresentar em linhas gerais o estudo sobre alguns fragmentos da instituição do patrimônio cultural no Brasil relativos especificamente ao lugar do patrimônio arqueológico na trajetória e nas práticas do Iphan a partir de um panorama sobre a relação entre a organização formal e os arqueólogos do país.  

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Publicado

2014-06-30

Como Citar

SALADINO, A. . Iphan, arqueólogos e patrimônio arqueológico brasileiro: um breve panorama. Revista de Arqueologia, [S. l.], v. 26, n. 2, p. 40–58, 2014. DOI: 10.24885/sab.v26i2.381. Disponível em: https://revista.sabnet.org/ojs/index.php/sab/article/view/381. Acesso em: 7 ago. 2022.

Edição

Seção

Especial