Tomando chá com o chapeleiro

a Arqueologia Sensorial como Arqueologia Descolonizante

Autores

  • José Roberto Pellini

DOI:

https://doi.org/10.24885/sab.v27i2.401

Palavras-chave:

Arqueologia Sensorial, Cultura Material, Imaginação, Colonialismo Científico

Resumo

A infância é realmente um momento mágico, em que podemos sonhar, fantasiar e brincar. Podemos falar com objetos, com animais e até sozinhos em voz altano meio da rua: ninguém irá achar estranho. Mas quando crescemos tudo muda. Passamos a considerar objetos como seres inanimados, animais como seres sem consciência, e sonhos como algo infantil. A situação piora quando nos tornamos cientistas, pois passamos a buscar verdades. Propõe-se, assim, uma ruptura dos discursos hegemônicos, cujo caminho pode ser a arqueologia sensorial. Ela tem o potencial de mudar não apenas o discurso arqueológico, mas também o arqueólogo, ao possibilitar diferentes contatos com os objetos, ao permitir que se fale a língua deles novamente.

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Publicado

2014-12-30

Como Citar

PELLINI, J. R. Tomando chá com o chapeleiro: a Arqueologia Sensorial como Arqueologia Descolonizante. Revista de Arqueologia, [S. l.], v. 27, n. 2, p. 14–34, 2014. DOI: 10.24885/sab.v27i2.401. Disponível em: https://revista.sabnet.org/ojs/index.php/sab/article/view/401. Acesso em: 15 ago. 2022.

Edição

Seção

Especial