Adornos em concha do sítio Cabeçuda
DOI:
https://doi.org/10.24885/sab.v27i2.408Palavras-chave:
sambaquis, adornos, ritual funerárioResumo
Cabeçuda e sua coleção osteológica auxiliaram sobremaneira o desenvolvimento de hipóteses sobre o modo de vida das populações sambaquieiras. Ao contrário dos vestígios humanos, materiais faunísticos coletados pela equipe de Luis de Castro Faria há aproximadamente 60 anos só recentemente foram objeto de estudos. Adornos manufaturados em conchas de diversas espécies de moluscos e associados a sepultamentos ao longo de 8,5 metros de profundidade perfazem praticamente um terço do total de peças da coleção faunística. As mais de 16.000 peças recuperadas fazem com que Cabeçuda esteja entre os sambaquis mais ricos em adornos já estudados. Os resultados sugerem a possibilidade de contas discoides servirem comoindicadores de identidade e o uso de pingentes como marcadores de distinções dentro da comunidade.
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