A musealização da arqueologia

Um estudo dos museus de arqueologia de Xingó e do Sambaqui de Joinville

Autores

  • Diego Lemos Ribeiro

DOI:

https://doi.org/10.24885/sab.v26i2.383

Palavras-chave:

Musealização da arqueologia, Diagnóstico museológico, Fluxos de informação

Resumo

Este artigo tem como inspiração a tese de doutorado homônima, defendida em 2012 no Programa de Pós-Graduação em Arqueologia, da Universidade de São Paulo. Como premissa basilar, defendemos que existem barreiras, muitas vezes intransponíveis, entre a produção de conhecimento em arqueologia e a sociedade. Nesse cenário, os museus figuram como as principais janelas que se abrem entre o conhecimento construído em arqueologia e o público não especialista. Buscamos, com este artigo, identificar e apontar para aqueles ruídos que interferem nos fluxos de informações gerados pela cadeia operatória de musealização daarqueologia, por intermédio de um diagnóstico museológico, aplicado em dois estudos de caso: Museu de Arqueologia de Xingó (MAX) e o Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville (MASJ).

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Publicado

2014-06-30

Como Citar

RIBEIRO, D. L. . A musealização da arqueologia: Um estudo dos museus de arqueologia de Xingó e do Sambaqui de Joinville. Revista de Arqueologia, [S. l.], v. 26, n. 2, p. 96–114, 2014. DOI: 10.24885/sab.v26i2.383. Disponível em: https://revista.sabnet.org/ojs/index.php/sab/article/view/383. Acesso em: 7 ago. 2022.

Edição

Seção

Especial