A garrafa que deixou de ser

Arqueologia com a cidade e musealização

Autores

  • Piero Alessandro Bohn Tessaro

DOI:

https://doi.org/10.24885/sab.v26i2.389

Palavras-chave:

Arqueologia com a Cidade, Ressignificação, Musealização

Resumo

Na Arqueologia Urbana há um princípio básico: considerar o processo de urbanização de um território. Tal premissa proporciona ao arqueólogo lidar não somente com o contexto arqueológico (abandono), mas também com o contexto sistêmico (vida). Esse último se reflete no olhar sobre os vestígios do passado e no processo de ressignificação, que os recoloca no contexto sistêmico (tempo atual). Nesse caminho se dá uma nova funcionalidade ao que foi abandonado, como uma postura crítica ao presente que, através da musealização, pautada pela Sociomuseologia, carrega um almejar de futuro. Exercer-se uma Arqueologiacom a Cidade que se preocupa, na análise crítica do território, para o entendimento de que o lugar é uma escolha, no qual um porvir deve ser sonhado.

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Publicado

2014-06-30

Como Citar

TESSARO, P. A. B. . A garrafa que deixou de ser: Arqueologia com a cidade e musealização. Revista de Arqueologia, [S. l.], v. 26, n. 2, p. 201–216, 2014. DOI: 10.24885/sab.v26i2.389. Disponível em: https://revista.sabnet.org/ojs/index.php/sab/article/view/389. Acesso em: 7 ago. 2022.

Edição

Seção

Especial