Sexualidade e Teoria Queer

apontamentos para a Arqueologia e para a Antropologia Brasileiras

Autores

  • Fabiano de S. Gontijo Universidade Federal do Pará
  • Denise P. Schaan Universidade Federal do Pará

DOI:

https://doi.org/10.24885/sab.v20i2.544

Palavras-chave:

Arqueologia, Sexualidade, Teoria Queer

Resumo

Este artigo parte de várias perguntas e inquietações que dizem respeito ao lugar dos estudos sobre sexualidade na arqueologia brasileira. Iniciamos apresentando a relação entre os estudos de gênero e os estudos de sexualidade, um pouco do legado da crítica feminista na formação da teoria queer e da perspectiva construtivista em bioarqueologia no que diz respeito às (re)considerações de sexo, sexualidade e gênero. Em seguida, mostramos como se instituiu, ao longo da década de 2000, nos Estados Unidos e nos países de língua inglesa em geral, o que vem se convencionando chamar de queer archaeology ou uma arqueologia informada pela teoria queer. Por fim, terminamos com a análise da exígua produção brasileira sobre sexualidade no âmbito da arqueologia e exortamos para que um campo de estudos de sexualidade comum à arqueologia e à antropologia seja constituído no Brasil.

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Publicado

2017-12-30

Como Citar

GONTIJO, F. de S. .; SCHAAN, D. P. . Sexualidade e Teoria Queer: apontamentos para a Arqueologia e para a Antropologia Brasileiras. Revista de Arqueologia, [S. l.], v. 30, n. 2, p. 51–70, 2017. DOI: 10.24885/sab.v20i2.544. Disponível em: https://revista.sabnet.org/ojs/index.php/sab/article/view/544. Acesso em: 25 set. 2022.