Arqueologia pelas gentes

Autores

  • Bruna Cigaran da Rocha
  • Camila Jácome
  • Francisco Forte Stuchi
  • Guilherme Z. Mongeló
  • Raoni Valle

DOI:

https://doi.org/10.24885/sab.v26i1.373

Palavras-chave:

Arqueologia de contrato, PAC, Populações marginalizadas

Resumo

A expansão desenfreada do grande capital pelo país segue deixando comunidades locais, já marginalizadas, em situações ainda mais precárias. O presente artigo (Manifesto1) traz uma reflexão crítica sobre a atuação de arqueólogos enquanto cúmplices, sendo coniventes e participantes de processos ilegais e ilegítimos de expropriação e de espoliação de territórios tradicionais, bens culturais e recursos naturais. A atuação acrítica da Arqueologia de contrato nas obras do PAC, como exemplo repetido ad nauseum do conundrum em que nos situamos, não é uma inexorabilidade de nossa disciplina, é uma escolha política. Outras arqueologias eram possíveis antes e continuam sendo, mas devem ser retomadas e postas em prática com urgência. Nosso primeiro compromisso é com as gentes, não o capital.

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Publicado

2013-06-30

Como Citar

ROCHA, B. C. da .; JÁCOME, C. .; STUCHI, F. F. .; MONGELÓ, G. Z. .; VALLE, R. Arqueologia pelas gentes. Revista de Arqueologia, [S. l.], v. 26, n. 1, p. 130–140, 2013. DOI: 10.24885/sab.v26i1.373. Disponível em: https://revista.sabnet.org/ojs/index.php/sab/article/view/373. Acesso em: 19 ago. 2022.