Cronologia e variabilidade
os ceramistas tupiguarani da zona da Mata Mineira e complexo Lagunar de Araruama
DOI:
https://doi.org/10.24885/sab.v20i2.491Resumo
No presente trabalho, buscou-se discutir a presença dos ceramistas Tupiguarani
no Sudeste Brasileiro, conferindo ênfase ao tratamento de questões referentes à
cronologia e variabilidade, por meio das informações da cerâmica coletada em
diferentes compartimentos ambientais. O foco recaiu sobre os sítios arqueológicos
identificados na Zona da Mata mineira pela equipe do MAEA-UFJF – Emílio Barão e
Teixeira Lopes, situados no município de Juiz de Fora; Primavera e Poca, na cidade de
São João Nepomuceno; Mata dos Bentes, no município de Rio Novo e, em seguida,
Córrego do Maranhão, no município de Carangola; e no Complexo Lagunar de
Araruama, nas pesquisas conduzidas por profissionais do Museu Nacional/UFRJ -
Morro Grande, Serrano, São José, Bananeiras, Condomínio Jardim Bela Vista, Santo
Agostinho e Barba Couto, todos situados no município de Araruama. Na empreitada,
avaliaram-se as potencialidades e limites que envolvem a aplicação de uma perspectiva
que confere ênfase ao estudo da continuidade e mudança em uma perspectiva
diacrônica, nos quadros da Arqueologia Evolutiva definida inicialmente por Robert
Dunnell na década de 1970.
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