Arqueologías en las redes sociales
el pasado representado en tiempos de pandemia
Palabras clave:
comunicación en arqueología, divulgación cientifica, redes socialesResumen
Con la Pandemia del COVID-19, una parte importante de las actividades académicas y de Divulgación Científica comenzaron a desarrollarse en entornos virtuales, intensificando o dando lugar a nuevos procesos comunicativos. Charlas, clases, simposios, congresos, entre otros, ya están disponibles en plataformas cerradas o en redes sociales, como Instagram, YouTube o Facebook. Estos procesos comunicativos también se intensificaron en Arqueología, englobando tanto la Divulgación Científica como la Divulgación Científica. Para entender este nuevo escenario de la comunicación de la Arqueología, presento, en primer lugar, datos que muestran el aumento significativo del consumo de Redes Sociales desde el inicio de la Pandemia. Luego, establezco una breve reseña del aumento significativo de publicaciones relacionadas con la Arqueología en las Redes Sociales (Instagram, YouTube o Facebook), así como una observación de las páginas de Instagram del Museo de Arqueología y Etnología de la USP, del Museo Nacional. de la UFRJ, el Museo de Historia Natural del Jardín Botánico de la UFMG y el Museu Paraense Emílio Goeldi. Finalmente, a partir de una encuesta inicial de #arqueología en Instagram, propongo una breve reflexión sobre las representaciones del pasado que se han asociado a la Arqueología en las redes sociales.
Descargas
Citas
ABREU E SOUZA, Rafael de. Deixa meu cabelo em paz e outros contos sobre Arqueologia do Racismo à Brasileira. Revista de Arqueologia, 33 (2): 43–65, 2020.
AGRELA, Lucas. Revista Exame. WhatsApp cresce até 76% por causa do coronavírus. 2020. Disponível em: https://exame.com/tecnologia/whatsapp-cresce-ate-76-por-causa-do-coronavirus/. Acesso em: 26 jul. 2020.
BEZERRA, Marcia. ‘Nossa Herança Comum’: considerações sobre a Educação Patrimonial na Arqueologia Amazônica. In: PEREIRA, E.; GUAPINDAIA, V. (Orgs.) Arqueologia Amazônica. Belém, MPEG, vol. 2, p.1021-1036, 2010.
BEZERRA, Marcia. "As moedas dos índios": um estudo de caso sobre os significados do patrimônio arqueológico para os moradores da Vila de Joanes, ilha de Marajó, Brasil. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Humanas 6, p.57-70, 2011.
BRIGS, Asa; BURKE, Peter. Uma história social da Mídia: de Gutemberg à internet; tradução Maria Carmelita Pádua Dias; 2. ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Zahar, 2006.
BUENO, Wilson da Costa. Jornalismo Científico no Brasil: os compromissos de uma prática dependente. 1984. 364 p. Tese (Doutorado em Ciências da Comunicação) - Escola de Comunicação e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1984.
BUENO, Wilson da Costa. Comunicação cientifica e divulgação científica: aproximações e rupturas conceituais. Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação e Biblioteconomia, v. 6, n. 1, 2010. Disponível em: http://hdl.handle.net/20.500.11959/brapci/28170. Acesso: 20 jul, 2020.
CARVALHO, Carlos Alberto de. Com a mídia, sem a mídia, contra a mídia: reflexões sobre processos de midiatização e limites do midiacentrismo. In: LEAL, Bruno et al (org.). Textualidades midiáticas. Belo Horizonte: Ppgcom/ufmg, p. 83-101, 2018.
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. Vol. 1. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
CASTELLS, Manuel. O poder da comunicação. 1 ed. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra, 2015.
CLEMENT, J. Number of monthly active Instagram users from January 2013 to June 2018. 2019 Disponível em: https://www.statista.com/statistics/253577/number-of-monthly-active-instagram-users/. Acesso em: 31 ago, 2020.
CLEMENT, J. Leading countries based on Instagram audience size as of July 2020. 2020b. Disponível em: https://www.statista.com/statistics/578364/countries-with-most-instagram-users/. Acesso em: 31 ago, 2020.
CLACK, Timothy; BRITTAIN, Marcus. Archaeology and the Media. Walnut Creek, California. Left Coast Press, 2007.
COSTA, Verônica Soares da. Faz todo sentido biológico? Mulheres, (homens) e ciências nas textualidades do canal Nerdologia. Tese (Doutorado) - Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2019. Disponível em: https://repositorio.ufmg.br/bitstream/1843/30221/1/tese_vsc_final.pdf. Acesso em: 25 jul. 2020.
FAGAN, Brian. Writing Archaeology: Telling Stories About the Past. Walnut Creek, CA: Left Coast Press, 2006.
RESULTADOS DIGITAIS. HASHTAG: o que significa e como usá-la na sua estratégia de Marketing Digital. Resultados Digitais, 2020. Disponível em: https://resultadosdigitais.com.br/blog/o-que-e-hashtag/#:~:text=Hashtag%20%C3%A9%20um%20termo%20associado,publica%C3%A7%C3%B5es%20relacionadas%20ao%20mesmo%20tema. Acesso em: 03 abr. 2021.
HUTCHINSON, Andrew. What Happens on the Internet Every Minute (2020 Version) [Infographic]. 2020. Disponível em: https://www.socialmediatoday.com/news/what-happens-on-the-internet-every-minute-2020-version-infographic/583340/. Acesso em: 20 ago. 2020.
IKE, Nkem; MILLER, Gabrielle; HARTEMANN, Gabby Omoni. Anti-Racist Archaeology: Your Time Is Now. The SAA Archaeological Record, p. 12 -16, 2020.
LUPINACCI, Ludmila. "Da minha sala pra sua": Teorizando o fenômeno das lives em mídias sociais. 2020. Disponível em: https://preprints.scielo.org/index.php/scielo/preprint/download/960/1356/1433 . Acesso em: 05 set. 2020.
MENDONÇA, Carlos Camargos; LEAL, Bruno Souza. Ver a elas: mulheres trans e dimensões políticas da cultura visual. In: LEAL, Bruno et al. (org.). Textualidades midiáticas. Belo Horizonte: Ppgcom/ufmg, p. 103-112, 2018.
MOSER, Stephanie. Reconstructing ancient worlds: reception studies, archaeological representation and the interpretation of Ancient Egypt. Journal of Archaeological Method and Theory, 22, p. 1263–1308, 2015.
ORLANDI, Eni P. Análise do Discurso: Princípios e Procedimentos. Campinas, SP: Pontes, 2007.
ORLANDI, Eni P. Discurso e texto: formulação e circulação de sentidos. 3 ed. Campinas, SP: Pontes Editores, 2008.
ORLANDI, Eni P. A linguagem e seu funcionamento. 5 ed. Campinas, SP: Pontes, 2009.
ORLANDI, Eni P. Análise de Discurso. In: ORLANDI, Eni P.; LAGAZZI-RODRIGUES, Suzy (org.). Discurso e Textualidade. 2. ed. Campinas: Pontes Editores, 2010. p. 11-31.
ORLANDI, Eni P. Discurso e Textualidade. 2 ed. Campinas, SP: Pontes Editores, 2010.
RADFAHRER, Luli. O meio é a mediação: uma visão pós-fenomenológica da mediação datacrática. MATRIZES, 12(1), p. 131-153, 2018. https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v12i1p131-153.
RAMALHO, José Antônio. Mídias Sociais na Prática. São Paulo: Elsevier, 2010.
RANZANI DA SILVA, Bruno Sanches. Das Ostras só as pérolas: Arqueologia Pública e Arqueologia Subaquática no Brasil. 2011. 238f. Dissertação (Mestre) - Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte, 2011.
RIBEIRO, Djamila. O que é: lugar de fala? Letramento: Belo Horizonte, 2017.
SHEPHERD, Nick. Cuando la mano que sostiene la palustre es negra...’: prácticas disciplinarias de autorepresentación y el asunto de la mano de obra “nativa” em arqueologia”. Arqueología Suramericana, 5, p. 3-20, 2009.
SHOHAT, Ella. Gender in Hollywood's Orient. Middle East Research and Information Project, MER162, 1990. Disponível em: https://www.merip.org/mer/mer162/gender-hollywoods-orient#_3.
TEGA-CALIPPO, Glória M. V. Arqueologia em notícia: pesquisas impressas, sentidos
circulantes e memórias descobertas. Dissertação (Mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2012.
TERRA, Carolina Frazon. Comunicação corporativa digital: o futuro das relações públicas na rede. Dissertação (Escola de Comunicações e Artes -Mestrado) - Universidade de São Paulo, São Paulo, 2006.
VIANNA, Graziela Mello; VAZ, Paulo Bernardo; SANTOS, Humberto. Sobre texto visual, som e imagem: novas paragens para as paisagens textuais. In: LEAL, Bruno et al. (org.). Textualidades midiáticas. Belo Horizonte: Ppgcom/ufmg. p. 113-130, 2018.
WICHERS, Camila Azevedo de Moraes. Museus e antropofagia do patrimônio arqueológico: caminhos da prática brasileira. Tese (Doutorado em Museologia), Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Lisboa, 2010.
ZAMBONI, Lílian Márcia Simões. Heterogeneidade e subjetividade no discurso da divulgação científica. Tese (Doutorado em Linguística) - Universidade Estadual de Campinas. São Paulo, 1997.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2022 Glória M. V. Téga Calippo

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.