"A persistência da memória”… histórias não-lineares de arqueólogos e foqueiros na Antártica

Autores

  • Andrés Zarankin

DOI:

https://doi.org/10.24885/sab.v27i2.402

Palavras-chave:

Antártida, Arqueologia, Memoria, Escrita

Resumo

Construir/inventar/interpretar o passado é a função básica do arqueólogo. Refletir sobre este processo se torna, portanto, ponto central da prática arqueológica. Por isso, neste trabalho me proponho discutir algumas ideias, relativas a um tema que considero central e que venho trabalhando ultimamente associadas a como se escrever em arqueologia (ZARANKIN & SEANTORE, 2012). Para isso, vou utilizar como exemplo algumas alternativas que começamos a implementar na pesquisa arqueológica que estamos desenvolvendo na Antártida desde 1995.

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Publicado

2014-12-30

Como Citar

ZARANKIN, A. "A persistência da memória”… histórias não-lineares de arqueólogos e foqueiros na Antártica. Revista de Arqueologia, [S. l.], v. 27, n. 2, p. 35–46, 2014. DOI: 10.24885/sab.v27i2.402. Disponível em: https://revista.sabnet.org/ojs/index.php/sab/article/view/402. Acesso em: 15 ago. 2022.

Edição

Seção

Especial