Microarqueobotânica no Museu Nacional, UFRJ

estado da arte de uma disciplina inovadora e primeiros resultados de estudos recentes

Autores

DOI:

https://doi.org/10.24885/sab.v32i2.717

Resumo

Os primeiros estudos microarqueobotânicos, ainda que não fossem conhecidos por esse nome, remontam ao início do século XX. No entanto, a análise de fitólitos e grãos de amido recuperados de contextos arqueológicos no Brasil só começou a tomar forma há pouco mais de uma década, e ainda são poucos os grupos de pesquisa que estudam esses microvestígios no país. O Museu Nacional/UFRJ congrega um dos grupos pioneiros na área. Neste artigo é apresentado um breve histórico da disciplina no país e um pouco da trajetória dessa linha de pesquisa no Museu Nacional, incluindo os resultados preliminares de dois projetos recentes.

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Publicado

2019-12-20

Como Citar

BOYADJIAN, C.; SCHEEL-YBERT, R.; BARROS, A.; OLIVEIRA, R.; PROUS, A.; RODET, M. J. Microarqueobotânica no Museu Nacional, UFRJ: estado da arte de uma disciplina inovadora e primeiros resultados de estudos recentes. Revista de Arqueologia, [S. l.], v. 32, n. 2, p. 149–177, 2019. DOI: 10.24885/sab.v32i2.717. Disponível em: https://revista.sabnet.org/ojs/index.php/sab/article/view/717. Acesso em: 16 ago. 2022.